A visão Seguindo o exemplo de Jesus, o apóstolo Paulo treinou um grande número de homens jovens (Timóteos), que mais tarde vieram a ser os grandes líderes da Igreja do Novo Testamento. Chamamos essa técnica de discipulado de “Princípio dos “Doze”. Igrejas ao redor do mundo estão implementando esse princípio dinâmico. É muito fácil de duplicar sua forma que é simples e pessoal. Não é um programa, mas sim o desenvolvimento de relacionamentos de pai, que ajudam a cada crente a se tornar um líder multiplicador que pode discipular outros. As células não se dividem, ao invés disso, elas se multiplicam. Quando alguém se torna parte de uma célula recebe uma estratégia de multiplicação na qual seleciona o nome de 3 outras pessoas que não conhecem a Jesus e oram por elas até que, se tornam partes de uma célula. Quando a célula cresce a um certo número (12 a 15 pessoas), a multiplicação acontece. Cada pessoa que está devidamente capacitada pela Escola de Líderes, com a conquista de novas vidas, se prepara para a abertura de sua própria célula. Eles continuam recebendo ajuda e discipulado e encorajamento do líder da célula original. A chave aqui é entender que Jesus passou a maior parte do seu tempo com 12 homens escolhidos, os discipulou, os treinou e finalmente os enviou para fazer a obra do Reino de Deus. Se foi assim que fez Jesus, porque então tentarmos fazer de outra forma? Com certeza, o exemplo do nosso Senhor é para ser seguido para a formação de líderes. Claro sua sua situação era espiritual e historicamente única. Os seus 12 se tornariam a base da Igreja do Novo Testamento e os fundamentos da cidade de Deus. Seu método, ainda hoje, é um modelo efetivo de liderança que devemos seguir. Aqui está a sabedoria deste método, e se o observamos, retornamos ao princípio fundamental de se concentrar naqueles que se pretende usar. Uma pessoa sozinha não pode transformar o mundo a não ser que indivíduos no mundo sejam transformados, e indivíduos não podem ser mudados a não ser que eles sejam moldados pelas mãos do Mestre. Essa estratégia não é apenas para se encontrar alguns ajudantes para a obra de Deus, mas sim para que, unidos em grupos pequenos, para que se haja a possibilidade de trabalhar com todos. Jesus se deu por aqueles que preparou e os treinou para continuar a Sua obra. Aprendemos aqui um princípio, que quanto mais concentrado o grupo que está sendo ensinado, maior será a oportunidade de uma instrução mais eficaz. O Princípio dos Doze é, entretanto, muito claro. Qualquer outro significado que tenha o número doze, 12 é o número que mais dá resultados para um discipulado intenso e pessoal. Isto é mostrado pelo exemplo do nosso Senhor tão quanto o trabalho de sociologistas dos dias atuais que confirmam esse princípio de ensino. O Modelo dos Doze destaca neste princípio de 12 e organiza as células em grupos de 12. É aí onde os líderes são discipulados, alimentados, treinados e supervisionados. Cada pessoa em um grupo de 12 é encorajada a ter a sua própria célula onde cumpram seu chamado de líderes: evangelizar os perdidos, alimentar os novos crentes e levantar líderes dentro de suas gerações, que se tornam parte da sua equipe de 12. E assim o processo se repete. Uma vez que as multiplicações acontecem abaixo dessa forma de liderança baseada nos 12, um crescimento rápido começa a acontecer. Os 12 crescem para 144, que por sua vez chegam aos 1.728 e consecutivamente continua crescendo até chegar aos 20.736 e assim por diante. Uma das grandes vantagens da Visão Celular no Modelo dos Doze é que todos podem ser pessoalmente discipulados e preparados para a liderança. É um modelo de relacionamentos e não de supervisão a distância, e é dessa forma que o discipulado ocorre. As pessoas podem crescer rapidamente em suas vidas e ministériso cristãos, sabendo que contam com o suporte e ajuda de uma equipe de 12 que está por detrás dela O valor de uma igreja na Visão Celular Todo pastor deseja saber como fazer sua igreja crescer. Mas crescimento vai muito mais além do que apenas uma estratégia. Quando a maioria dos líderes de igrejas escutam sobre o grande crescimento que se passa em outras igrejas, imediatamente já procuram saber os detalhes da estratégia que foi usada. Mas precisamos mais do que uma estratégia para crescermos. Precisamos de uma visão completa para discipulado, crescimento e missões e um novo padrão para a vida da igreja no século XXI. Nossa visão sempre foi uma igreja-família, alcançando o perdido e fazendo de cada discípulo um líder. E temos buscado isso por anos em nosso ministério, o que tem sido melhor desenvolvido através do trabalho das células. A chave para o sucessod essa visão não é apenas a estratégia de células mas os princípios e valores que ela traz. Não podemos pensar que seremos bem sucedidos simplesmente pelo fato de adotarmos uma estratégia. Devemos nos levantar e aplicar esses princípios da visão celular, liderados pelo Espírito Santo de Deus conforme a realidade do local onde estamos plantados. Qual é a visão dos Doze?
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